Paço de Sorocaba com Síndrome de Araçoiaba?

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Depois de “meter o braço” em seu secretário de governo Zé Crespo (Prefeito de Sorocaba) mete o pé em sua vice “Jaque”, fica de mal, e manda desocupar sua sala no Paço – aqui em Araçoiaba isso não é novidade após 16 anos João Mimi é o primeiro vice que está “viçando” – mas em Sorocity o buraco é mais embaixo, a vice Jaqueline Coutinho (PTB) ingressou na sexta-feira junto ao Tribunal de Justiça do Estado com recurso contra a decisão do juiz da Vara da Fazenda Pública de Sorocaba que negou a liminar (medida de urgência) que buscava para voltar a ter acesso ao seu gabinete no sexto andar do Paço. Ela busca revogar o despacho de primeira instância e, com isso, voltar a cumprir expediente na Prefeitura.

Depois de tantos “mios” Zé Crespo fica ainda menos pop entre os coleguinhas do legislativo e PAH tome CPI.

Segundo o Jornal Cruzeiro do Sul o pedido de afastamento cautelar do prefeito feito pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga possível crime contra a administração pública pelo chefe do Executivo será analisado pelo promotor de Justiça Orlando Bastos Filho. A petição protocolada na sexta-feira (21) no Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) foi distribuída na tarde desta segunda-feira (24) para o 15º promotor da cidade. A CPI aponta que Crespo estaria interferindo nas investigações com retaliações aos envolvidos no imbróglio político. Por meio de nota, a Secretaria de Comunicação e Eventos (Secom) da Prefeitura alegou que o pedido “não tem cabimento” e “trilha caminho diverso daquele previsto na Constituição da República.”

Assinado pelos vereadores Fernanda Garcia (Psol), Hudson Pessini (PMDB) e Renan Santos (PC do B), o pedido de afastamento cautelar se dá em relatório parcial da CPI, que foi instaurada há cerca de um mês e ainda não concluiu os trabalhos. Nele, os integrantes da investigação apontam a determinação de Crespo para que a vice-prefeita, Jaqueline Coutinho (PTB) desocupasse o Paço, na semana passada, a exoneração de servidores ligados a ela, além de investidas contra a imprensa como “medidas extremas” e que estariam atrapalhando os trabalhos do Legislativo. A CPI aponta que o afastamento evitaria interferências mais graves.

Segundo a presidente da comissão, Fernanda Garcia, a expectativa é que com o pedido feito ao MP, o órgão provoque a comissão processante que também investiga Crespo a propor a votação do afastamento do chefe do Executivo. “Encaminhamos o acúmulo do que já temos e entendemos que, embasado, o Ministério Público pode oferecer juridicamente a questão do afastamento”, comenta.

Ela revela que a CPI não tem mantido conversas com a cmissão processante sobre o assunto, uma vez que a apuração que pode resultar na cassação de Crespo está na fase inicial dos trabalhos e ainda vai ouvir os envolvidos no caso. Até o momento, a CPI já colheu os depoimentos da ex-assessora Tatiane Polis, da vice-prefeita Jaqueline Coutinho e do corregedor-geral do Município, Gustavo Barata. Um dos próximos passos, que será discutido em reunião nesta semana, é definir a forma de ouvir também o prefeito, que não necessariamente será através de oitiva, como no caso das demais testemunhas.

Recentemente, Orlando Bastos Filho chegou a instaurar um inquérito recomendando que a Câmara votasse o afastamento de Crespo num prazo de cinco dias. O Legislativo chegou a ser notificado sobre o ofício, mas logo em seguida o promotor disse que a instauração ocorrera por engano e a recomendação não tinha validade. Na ocasião, Bastos Filho disse que a iniciativa se tratava de uma “ideia que estava em análise, mas saiu por equívoco.” Ele ainda negou que pretendesse estudar a possibilidade de voltar a propor a votação do afastamento do prefeito.

Edição: Aurélio Fidêncio
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