Mulher que atacou fiscal da Vigilância não tem registro como engenheira

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Um engenheiro químico, para exercer sua profissão, deve obrigatoriamente estar registrado em Conselho de Fiscalização da Profissão (CRQ-III)

Nívea del Maestro, a mulher que agrediu verbalmente o superintendente de Educação e Projetos da Vigilância Sanitária do Rio Flávio Graça, não tem registro profissional como engenheira química. De acordo com informações do jornal Extra, em seu currículo consta que é formada pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), em 2003.

Entretanto, ela não se credenciou junto ao Conselho Regional de Química III (CRQ). O presidente do órgão, Rafael Almada, abriu uma investigação para saber se Nívea atuava como engenheira química ou responsável pela área na empresa da qual foi demitida após a repercussão do caso, a Taesa.

“Enviamos um ofício nesta quarta-feira para empresa perguntando como era a forma de contrato dela com eles. Se ela estiver falando a verdade, que é formada, mas atuava como engenheira química sem registro, ela agiu contra o código de ética profissional”, afirmou Almada.

Ao lado do marido, Leonardo Barros, Nívea foi flagrada, no último sábado, intimidando o agente Flávio Graça. “Não vai falar com seu chefe, não?”, questionou Leonardo. “A gente paga você, filho. O seu salário sai do meu bolso”, continuou a esposa. “Cadê sua trena? Quero saber como você mediu sem trena”, questionou, o rapaz. Intimidado, o fiscal responde: “Tá, cidadão”. E a mulher segue os insultos: “Cidadão, não. Engenheiro civil, formado. Melhor do que você”.

Edição: Aurélio Fidêncio
Matéria: Fabiola Testi

Fonte: Jornal Metrópoles
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