Em encontro histórico, Trump e Kim assinam acordo de cooperação.

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Pela primeira vez na história, um presidente em exercício dos Estados Unidos realiza cúpula com um líder da Coreia do Norte.

Nesta terça-feira 12, em Singapura, pela primeira vez um presidente em exercício dos Estados Unidos e um líder da Coreia do Norte – um dos regimes mais fechados do planeta – se encontraram. As negociações entre Donald Trump e Kim Jong-un tiveram como principal objetivo discutir a desnuclearização da Coreia do Norte após mais de um ano de tensões envolvendo os dois países, além de seus vizinhos Coreia do Sul e Japão.

A histórica reunião teve início às 22 horas de Brasília ( 9 horas da manhã em Singapura), com um aperto de mão entre os líderes em frente às bandeiras de ambos os países. Por volta das 2h30 de Brasília, eles assinaram um acordo em que são tratadas questões sensíveis há anos entre as duas nações. Entre eles, o compromisso norte-coreano pela completa desnuclearização, novas relações entre os dois países, garantias de segurança por parte dos Estados Unidos, entre outros.

Se dependesse dos vudus lançados pela imprensa americana, além seus imitadores em outros lugares, Donald Trump iria ser completamente enganado e feito de bobo pelo ex-homenzinho-foguete, agora gentil negociador Kim Jong-un.

Moon Jae-in disse que não conseguiu dormir à noite antes da reunião realizada em Singapura. O sul-coreano afirmou que “espera ardentemente” pelo sucesso do encontro e que acredita que isso resultará na completa desnuclearização da Península Coreana e na paz.

O presidente americano respondeu às perguntas dos jornalistas presentes na sala de conferência em Singapura por 1h05. Entre os principais temas abordados estavam a declaração conjunta assinada pelo líder com Kim Jong-un e o programa nuclear de Pyongyang.

Trump afirmou que o arsenal nuclear da Coreia do Norte é “muito substancial”. Ainda assim, insistiu que confia nas boas intenções de Kim e disse que o ditador poderia completar o processo de desnuclearização em pouco tempo.

O líder americano afirmou que os Estados Unidos irão interromper os “jogos de guerra”, uma aparente referência aos exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul que Pyongyang considera provocativos.

A suspensão das manobras militares da península significará “uma tremenda economia” para os Estados Unidos, segundo Trump, que também classificou estes exercícios como “provocativos”, durante sua entrevista

O presidente disse ainda que espera eventualmente retirar os soldados americanos da Coreia do Sul, mas ressaltou que “isso não faz parte da equação neste momento”.

Donald Trump participa de coletiva de imprensa em Singapura após encontro com Kim Jong-un (Jonathan Ernst/Reuters)

Donald Trump afirmou estar confiante de que a Coreia do Norte irá “cumprir” com os compromissos estabelecidos na declaração assinada entre as duas partes nesta terça-feira.

“Ele foi muito firme no fato de que quer fazer isso”, disse. “Eu acho que ele quer fazer isso tanto quanto ou até mais que eu.”

O presidente americano participou de uma coletiva de imprensa antes de voltar aos Estados Unidos. Ele anunciou que, além dos comprometimentos com a desnuclearização e paz estabelecidos pela declaração conjunta assinada mais cedo, Kim  assumiu a responsabilidade de destruir um de seus centros de testes de mísseis.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve participar de uma coletiva de imprensa por volta das 16 horas do horário local em Singapura (5 horas em Brasília). O republicano deve falar sobre os avanços conquistados em seu encontro com Kim Jong-un.

A chegada de Kim Jong-un a Singapura a bordo de um avião da China mostra que Pequim pretende manter literalmente sob suas asas o jovem dirigente norte-coreano, no momento em que ele negocia um desfecho incerto com o presidente americano, Donald Trump.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exibe um documento assinado por ele e pelo ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, após a histórica cúpula, em Singapura (Saul Loeb/AFP)

Segundo fotos da declaração assinada por Donald Trump e Kim Jong-un divulgadas pela imprensa americana, o líder norte-coreano se comprometeu a trabalhar pela desnuclearização da Península Coreana. Em troca, o presidente americano deve garantir segurança à Coreia do Norte.

Os líderes também se comprometeram a lutar pela paz na Península .

Falando momentos depois que os dois líderes assinaram uma declaração conjunta, Donald Trump afirmou que desenvolveu um “vínculo muito especial” com Kim Jong-un. “Foi uma honra estar com você”, disse ao líder norte-coreano.
Quando perguntado se ele convidaria Kim para uma visita à Casa Branca, Trump respondeu: “Absolutamente, eu vou.”
Diante das bandeiras dos Estados Unidos e da Coreia do Norte, onde começaram o dia histórico, Trump e Kim apertaram as mãos uma última vez.
“Ele é um negociador digno”, disse Trump aos repórteres reunidos. “Ele está negociando em nome de seu povo.”

As delegação de Kim Jong-un e Donald Trump já deixaram o Capella Hotel, na ilha Sentosa, em Singapura. O ditador norte-coreano e o presidente americano se reuniram durante toda a manhã (horário local) e participaram de um almoço.
Os líderes também assinaram uma declaração conjunta. Os detalhes do documento ainda não foram divulgados.

Foto: Jonathan Ernst/Reuters.

Líderes assinaram uma declaração, após seu histórico encontro em Singapura. Segundo o presidente americano, este é um “documento muito importante, um documento bastante abrangente”.
Trump, contudo, não deu detalhes sobre o conteúdo da declaração.
Já o líder norte-coreano afirmou que reunião foi “histórica”. “Decidimos deixar o passado para trás”, disse.

O histórico encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, é manchete em todo o mundo. Grandes veículos como The New York Times, The GuardianLe Monde e The Economist dão destaque para a reunião em Singapura.

O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, caminha com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante pausa nas conversações no Hotel Capella, na ilha de Sentosa, em Singapura (Anthony Wallace/AFP)

Após o almoço, Kim e Trump se dirigiram à imprensa em um dos jardins do Capella Hotel. O presidente americano afirmou que os dois iriam assinar um documento.
Um repórter perguntou o que eles iriam assinar. Trump respondeu: “Vamos anunciar isso em alguns minutos”.

O repórter da agência de notícias Associated Press, Zeke Miller, divulgou uma cópia do cardápio do almoço que será oferecido às delegações dos Estados Unidos e da Coreia do Norte. Entre as opções de pratos estão comidas típicas coreanas, malásias e chinesas.

Donald Trump e Kim Jong-un agora participam de um almoço oficial no Capella Hotel em Singapura, ao lado de suas delegações.
Os líderes já se reuniram por 48 minutos em um encontro privado e por volta de 1h30 em uma reunião com outros membros de seus governos.
Trump e Kim comerão em uma longa mesa, decorada com flores verdes e brancas. Quando os líderes entraram na sala para sua refeição, muitos fotógrafos registravam o momento. O presidente americano brincou sobre querer aparecer bem em uma “bela foto”.

O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, posa para foto ao lado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, antes da reunião no Hotel Capella, na ilha de Sentosa, em Singapura (Saul Loeb/AFP)

Donald Trump e Kim Jong-un, de trajetórias e estilos radicalmente diferentes e com mais de trinta anos de diferença, conversaram cara a cara, com o auxílio de seus intérpretes, durante quarenta minutos.

O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, cumprimenta o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no início da histórica cúpula entre os dois países, no Hotel Capella, na Ilha de Sentosa, em Singapura (Saul Loeb/AFP)

Após sua reunião privada com Donald Trump, Kim Jong-un afirmou ao presidente americano que muitas pessoas provavelmente não acreditarão no que está acontecendo neste momento em Singapura.
“Muitas pessoas no mundo vão pensar nisso como uma forma de fantasia… de um filme de ficção científica”, disse o norte-coreano a Trump, por meio de um tradutor, enquanto os dois líderes caminhavam pelos corredores do Capella Hotel.

Dennis Rodman, ex-astro da NBA, se emocionou ao falar sobre o histórico encontro entre o norte-coreano Kim Jong-un e o presidente Donald Trump em uma entrevista à emissora CNN.
Rodman diz ser amigo de Kim e já esteve em Pyongyang cinco vezes. O jogador de basquete viajou para Singapura para o encontro desta terça 12, apesar de não ter sido convidado para a cúpula.
Na entrevista para a CNN, Rodman disse que sempre se empenhou em ajudar a Coreia do Norte e chegou a ser ameaçado por defender Kim Jong-un. “É um ótimo dia. Estou aqui para ver. Estou muito feliz”, disse ele, emocionado.
O americano disse ter recebido uma ligação da secretária de Trump dizendo que o presidente estava orgulhoso dele.

Após seu encontro privado, Donald Trump e Kim Jong-un pararam por um breve momento para falar com os jornalistas reunidos no Capella Hotel, em Singapura.
Trump disse que sua reunião a portas fechadas com o líder norte-coreano foi “muito, muito bem”. Kim, por sua vez, não respondeu a um repórter que perguntou se ele estaria disposto a se desfazer de suas armas nucleares.
Contudo, no início do encontro com as delegações, Kim comentou que estava grato por estar ali para “falar de temas importantes” e prometeu que colaborará com Trump, que garantiu: “Vamos trabalhar para resolver os problemas juntos”.
A expectativa é que o segundo encontro dure 1h30.

Após trocarem mais um aperto de mãos, Trump e Kim se reuniram para mais negociações. “Nós seremos bem-sucedidos”, afirmou o presidente americano ao norte-coreano no início das conversas com suas delegações. “E eu estou ansioso para continuar trabalhando com você”, disse.

Trump já afirmou que poderia assinar uma declaração de paz com os norte-coreanos. Porém, depois de apenas um encontro, o documento seria puramente simbólico, já que um pacto definitivo, que inclua um armistício, exigiria negociações com outros atores, como Coreia do SulJapão e China.

Em um futuro acordo, que pode levar meses para ser concluído, os americanos definitivamente exigiriam que a resolução seguisse o modelo que ficou conhecido como CVID, sigla em inglês para “completo, verificável e desnuclearização irreversível”. A expressão foi cunhada pelo Departamento de Estado após a posse de Mike Pompeo. Porém, os esforços de verificação e monitoramento com certeza seriam um problema.

“Em troca, os Estados Unidos prometeriam medidas para garantir a segurança do regime norte-coreano e para apoiar e investir economicamente no país”, diz Kim Hyun-wook, professor da Academia Nacional Diplomática da Coreia.

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